Os mistérios da região de São Thomé das Letras

Os mistérios da região de São Thomé das Letras

As crônicas são um espelho do que acontece no nosso dia a dia. Das dores a vida até as questões filosóficas, as crônicas parecem mesa de bar, onde se discute de tudo um pouco. Um brinde às crônicas, que na verdade são um bate-papo entre autor e leitor sobre o mundo em que vivemos (?).


 

A ciência evoluiu absurdamente nos últimos tempos, seja na robótica, na inteligência artificial, nas comunicações, na medicina etc. A humanidade de fato deu um salto impressionante nos últimos anos no tocante a conhecimentos diversos.

No entanto, alguns mistérios ainda permanecem indecifráveis para a ciência. Existem realidades paralelas, outras dimensões? Existe vida em outros planetas? Se sim, os seres extraplanetários tentam fazer contato conosco?

Marcílio Fonseca Pereira, um produtor rural dos mais respeitados na região da famosa cidade de São Thomé das Letras (Sul de Minas), homem conhecido por sua integridade ímpar, hoje com 77 anos de idade, testemunhou, ao lado de outras pessoas, pelo menos três fatos intrigantes e inexplicáveis ao longo de sua vida.

O primeiro fato se deu na estrada que liga a comunidade da Estação de São Thomé à cidade de Conceição do Rio Verde. Marcílio e um empregado seu viveram uma situação de extremo terror, quando o carro em que estavam foi perseguido por uma luz misteriosa.

Era de madrugada. Em determinado trecho, a estrada em que estavam ficava paralela à antiga linha férrea. De repente surgiu uma luz, mais ou menos do tamanho de uma bola de futebol de salão, em cima da ferrovia.

Repentinamente, a luz se colocou ao lado carro. Marcílio acelerou, a luz misteriosa também aumentou sua velocidade e continuou paralela ao carro por cerca de um quilômetro.

À frente havia uma porteira fechada. Marcílio teve quer parar o carro e a luz também parou. O fazendeiro desligou o farol e a luz sumiu. Ele religou o farol e ela se reacendeu. E isso se repetiu algumas vezes. Parecia haver uma inteligência própria por trás daquela luz.

Então o funcionário da fazenda desceu do carro e abriu a porteira rapidamente. Marcílio passou com o carro e a luz simplesmente desapareceu.

O segundo fato, tão impressionante quanto o primeiro, teve como testemunha Marcílio  e várias outras pessoas de sua fazenda. Era inverno, escurecia cedo e por volta das 18 horas uma luz imensa, vinda da direção de São Thomé das Letras, se levantou a uma grande altura e iluminou todo o morro que fica em frente à fazenda.

Em seguida, a luz se escondeu atrás do morro até sumir. Mas de repente ela retornou e iluminou toda a montanha novamente. Isso foi se repetindo ininterruptamente, até que todos, assustados com aquele fenômeno inexplicável, resolveram ir para suas casas.

Mas o fato mais impressionante que aconteceu na fazenda Estação de São Tomé teve reflexos em outra fazenda, a da Posses, que pertence ao fazendeiro e ex-vereador José Alberto Alves Pereira, de Três Corações.

Acredite você, leitor, se quiser. O pai de Marcílio, Sr. Athaide, ex-prefeito de Conceição do Rio Verde, possuía vários cachorros de caça. E havia um funcionário de sua fazenda, de nome Mané Paulino, que era o tratador desses cães.

Ele sempre os tratava à noitinha. Era o início dos anos 70. Naquela época, todos dormiam muito cedo na zona rural. Os cachorros ficavam em um cercado, no quintal da sede da fazenda.

Quando Mané Paulino chegava para tratá-los, os cães faziam a maior algazarra e então o funcionário da fazenda fazia com os lábios um tipo de assobio:

  • Piissssssss!

Os cães então se aquietavam e o barulho não incomodava mais os patrões.

Um belo dia ocorreu essa mesma situação, porém, com uma grande diferença. Mané Paulino foi até o quarto do Sr. Athaide e Dona Miloca, sua esposa, abriu a porta e olhou para eles, que já estavam deitados. Mas não disse nada e fechou a porta atrás de si.

Sr. Athaide achou estranha a atitude de seu empregado, levantou-se e quando abriu a porta da casa para tentar entender o que estava acontecendo, funcionários da fazenda estavam ali para lhe dizer que Mané Paulino havia morrido cerca de uma hora antes.

Mas a história não acaba aí e fica mais inacreditável ainda. Da fazenda do Sr. Athaide até a Fazenda das Posses, do ex-vereador José Alberto Alves Pereira, a distância é de 30 quilômetros, sendo que entre as duas propriedades ainda passa o Rio Verde, que só pode ser atravessado por balsa e isso apenas durante o dia, pois à noite o balseiro não trabalha.

Apesar disso, Mané Paulino, naquela mesma noite, foi até a Fazenda das Posses se despedir de sua irmã, que ali morava, conforme testemunhado pelo ex-vereador e funcionários de sua fazenda.

Ou seja, o sujeito morre, se despede de seus patrões e aparece em outra fazenda na mesma noite para se despedir de sua irmã. Como explicar isso?

Há outros vários casos estranhos e misteriosos ocorridos na região de São Thomé das Letras. Mas esses três estão entre os mais impressionantes e as testemunhas são pessoas da mais alta credibilidade.


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