Você poderá receber % em $ dos royalties do seu cantor favorito

Você poderá receber % em $ dos royalties do seu cantor favorito
Imagem: Phonogram.me

Não é clickbait. É o que o “NFT de música" entrega. 

Isso pode ser feito através de plataformas convencionais de NFTs, OpenSea, Rarible, etc.

Com o lema: “Invista nos artistas. Compartilhe o sucesso deles”. A Royal, do DJ 3LAU, criou um ambiente em que os fãs podem “ter suas músicas favoritas”. Tanto o rapper Nas, quanto o The Chainsmokers estão no topo dessas plataformas.
 
O próprio 3LAU vendeu mais de US$ 20 milhões em tokens digitais com uma edição limitada do álbum Ultraviolet. Juntamente com o artista surrealista SlimeSunday, o DJ comercializou 33 NFTs desse disco, com vídeos animados e sincronizados com suas músicas.

E não é só a gringa que está investindo nesse ramo. A brasileira All Be Tuned é voltada  para o apoio aos artistas independentes. Na pandemia de Covid-19, por exemplo, a maioria deles tiveram a sua renda drasticamente reduzida pelo cancelamento dos eventos. Consequentemente, a plataforma criou uma maneira de gerar receita, com NFTs de músicas, álbuns e até venda de direitos autorais. Agora que os NFTs estão caindo, e talvez chegando a um nível acessível para a classe média, seja o momento ideal para comprar esses itens "colecionáveis" do seu artista favorito. 

Além de possibilitar a continuidade do trabalho desses artistas, “o All Be Tuned destinará uma parte dos direitos de todas as músicas comercializadas na plataforma para projetos sociais e ambientais”. Super green einh?

A nação verde e amarela tem mais outra plataforma brasileira a Phonogram.me. Essa, visa “descentralizar o mercado musical” no país. Nela , podem ser gerados tokens de “álbuns, músicas, direitos sobre o fonograma ou quaisquer produtos atrelados ao artista e sua música”.

O objetivo é um “crossover entre o mundo digital e o real”. Dessa forma, a venda de um NFT dos direitos de um fonograma possibilita a arrecadação de dinheiro no mundo real (falo mais sobre isso aqui). Ou seja, o comprador passará a receber os recursos relativos aos royalties deste NFT, como se fosse um tipo de sócio do artista.

Um dos expoentes do Jazz BR, Hermeto Pascoal, fez um leilão nesta plataforma. E ele autorizou que o comprador da sua partitura #82 “grave execuções da música, inclusive para fins comerciais”. Só que mesmo assim, poderá incidir plágio, se o comprador não der os devidos direitos autorais rsrs

O ponto é que: os NFTs estão se tornando mais acessíveis, e dentro das carteiras da classe média mundial, sem que eles mesmo notem, como no caso do Transhumanismo. 

Esse texto é para um amigo que gosta tanto de música que nunca escutou pelo spotify, busca sempre outras plataformas que 'levem os graves e os baixos corretos' para seus ouvintes, bem como, sempre procura os fones (ideais) que colaborem para uma ótima experiência musical.

Se você é igual a ele, já sabe que comprar os NFTS dos artistas, além de ajudá-los financeiramente, ainda possuem padrões sonoros “ideais” .

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