Low Code - Ganhe dinheiro criando Apps (sem saber programar)

Low Code - Ganhe dinheiro criando Apps (sem saber programar)

Um checklist para você que quer começar a receber pelos seus aplicativos — mas não sabe nada de código!


 

Se você quer saber como ganhar dinheiro na internet e ainda não considerou o mercado de aplicativos, pode estar deixando dinheiro na mesa! Criar apps já não é mais privilégio exclusivo de programadores.

Ao longo dos anos, surgem no mercado novas plataformas que permitem a qualquer um criar aplicações do zero, mesmo sem entender nada de linguagem de programação.

Neste artigo, você vai descobrir como ganhar dinheiro na internet criando apps por meio dessas plataformas - mesmo que você seja completamente leigo quando o assunto é código.

O Mercado de Tecnologia

A procura por desenvolvedores cresce exponencialmente no mundo inteiro. Estima-se que, em breve, haverá um deficit de cerca de 500 mil programadores só nos Estados Unidos (que é um país que forma muitos profissionais da área).

Já por aqui, o Brasil forma cerca de 46 mil desenvolvedores por ano, enquanto deveria formar pelo menos 70 mil.

Isso significa que, mesmo com a entrada de dezenas de milhares de programadores no mercado todos os anos, eles ainda não dão conta de atender à demanda, que cresce mais rápido do que a oferta.

Mesmo em um país em desenvolvimento como o Brasil, há uma fila enorme de empresas dispostas a pagar muito bem por serviços de tecnologia. E quanto mais o tempo passa, maior se torna este buraco.

Mas como você bem sabe, o setor de tecnologia sempre encontra uma solução (especialmente para aqueles problemas que “ele mesmo cria”). Não à toa, o mercado se reestruturou justamente para poder recrutar iniciantes, ou mesmo leigos, pessoas comuns de quaisquer outras profissões.

O mercado de tecnologia se reinventou para repartir uma fatia deste bolo com pessoas como você.

O Mercado de Aplicativos

Desde a popularização dos computadores pessoais, vários protagonistas diferentes já roubaram a cena no universo da tecnologia.

Há um tempo atrás, tínhamos softwares que dependiam de um CD de instalação, por meio dos quais podíamos escrever textos, criar planilhas, ouvir música, e até jogar. Em seguida, veio a internet, com os navegadores e aplicativos de mensagens, como o MSN.

De repente, as empresas descobriram que precisavam de sites, e que poderiam escalar seus negócios vendendo para o mundo inteiro, de um jeito muito mais simples. Daí vieram laptops, celulares (que se tornaram smartphones), e daqui a pouco já estava tudo online, tudo na nuvem.

Agora, é a vez dos aplicativos. Hoje, quem tem um app, tem o poder.

Perceba que nenhum desses “protagonistas” surgiu como novidade; eram, antes, recursos bem estabelecidos que, de repente, se popularizaram. E hoje estamos presenciando a popularização dos aplicativos.

Todas as grandes organizações, especialmente aquelas que dependem mais da comunicação com o cliente, estão desenvolvendo aplicativos próprios. Mesmo os procedimentos internos do mundo corporativo já estão demandando mais aplicações do que a TI é capaz de produzir.

Outro fator que está popularizando cada vez mais o desenvolvimento de aplicações são as plataformas low-code e no-code. Elas são ferramentas que permitem a qualquer pessoa criar softwares simples, mesmo que não entendam nada ou quase nada de linguagem de programação.

Ou seja, se qualquer um pode aprender a construir um aplicativo, o preço cai, e mais empresas passam a acessar este privilégio. Aos poucos, o que era antes um diferencial vai se tornando um pré-requisito.

O que é Low-Code e No-Code?

De uns anos para cá, tem se multiplicado o número de plataformas que permitem a qualquer pessoa criar novos apps, sabendo pouco ou nada sobre programação. São as chamadas plataformas low-code e no-code.

Low-code são plataformas que possibilitam a criação de aplicações com a ajuda de templates, linhas de código pré-escritas e alguns elementos visuais. O código é usado basicamente para preencher lacunas e personalizar o software.

Como o próprio nome já diz, são plataformas de desenvolvimento que exigem pouco conhecimento em linguagem de programação, ainda que algumas noções elementares sejam necessárias.

Já as plataformas No-Code são ferramentas que possibilitam a construção de aplicações sem a utilização de nenhum código. São compostas por recursos visuais, como elementos de arrastar e soltar.

É pelas plataformas no-code que você consegue criar um software “do zero”, sem nunca ter aprendido nada sobre programação.

Quais são as Melhores Plataformas Low-Code e No-Code?

Os mercados low-code e no-code não param de crescer, e frequentemente surgem novas ferramentas.

Esta é uma lista com 6 das plataformas low-code mais conhecidas atualmente:

  1. Mendix
  2. Cronapp
  3. Microsoft Power Apps
  4. OutSystems
  5. Zoho Creator
  6. Appian

(Clique aqui para baixar gratuitamente o livro “A Revolução Low-Code”)


Veja agora uma lista com 6 das plataformas no-code mais utilizadas no mercado:

  1. Bubble
  2. AppGyver
  3. FlutterFlow
  4. Adalo
  5. Draftbit
  6. Xano

No meu canal do Youtube eu ensino um pouco sobre cada uma dessas plataformas. 

Agora que você está por dentro da situação do mercado e das ferramentas que vai usar, vamos ao que interessa!

As 4 Formas de Ganhar Dinheiro Criando Aplicativos

1. Crie Apps para Terceiros

A maneira mais rápida de começar a ganhar dinheiro criando aplicativos é buscando clientes para oferecer seus serviços. É claro que para isso você primeiro precisa dominar as ferramentas - o que não é uma tarefa difícil (principalmente se você é aluno de uma escola de tecnologia com foco em plataformas low-code e no-code, como é o caso do Clube Léo Andrade).

Mas antes de entrar de cabeça no mercado, uma boa dica é testar as suas habilidades com pessoas próximas. Certamente você conhece alguém que seria muito beneficiado por um software para o seu negócio (pode ser aquele tio que é dono de uma padaria, ou aquele primo advogado).

Neste caso, é importante usar a criatividade e propor soluções para os negócios daquelas pessoas que lhe dariam o primeiro voto de confiança (e quem sabe até algum dinheiro). A partir daí, você pode começar a pesquisar por novos clientes.

É claro que, quando eu digo “pesquisar”, a primeira coisa que lhe vem à mente é escrever no buscador do Google “precisa-se de aplicativo”, ou qualquer coisa assim. Mas talvez você tenha mais resultados se procurar justamente onde ninguém está procurando.

As empresas que mais precisam de transformação tecnológica são justamente aquelas que estão mais longe da internet. E você encontra esse “oceano azul” de oportunidades na sua rua, no seu bairro, na sua cidade.

É muito simples oferecer o desenvolvimento de aplicações para o comércio local, ou mesmo para os prestadores de serviço que passam pela sua casa. Este recurso está se tornando cada vez mais popular, e as empresas ou profissionais de qualquer área que dispuserem de um software próprio certamente sairão na frente no mercado.

2. Plataformas de Freelance

Outra opção bem conhecida pelos prestadores de serviço são os sites de freelance. São plataformas fáceis de usar, e que geralmente oferecem a opção de você anunciar seu trabalho sem ter que pagar por isso.

É claro que, assinando algum dos pacotes oferecidos, você recebe diversos benefícios, como maior visibilidade e acesso antecipado aos clientes. E os planos não costumam ser caros (geralmente se pagam no primeiro serviço contratado).

As plataformas de freelance mais comuns se dividem basicamente em dois tipos:

  • Aquelas onde você anuncia seu trabalho e espera que os clientes o contratem, como é o caso da Fiverr;
  • E aquelas onde o próprio cliente posta o projeto, e os profissionais enviam suas propostas, com preço e prazo de entrega. É o caso da 99Freelas, da Workana e do Freelancer.com.


Imagem - KOBU Agency - Via Unsplash

3. Crie seus próprios aplicativos

Construir aplicações para outras pessoas pode lhe dar um bom retorno financeiro, mas não é escalável. Ou seja, o dinheiro que você ganha ainda depende diretamente do tempo que você gasta.

Por isso, a melhor opção para quem quer fazer desse negócio uma renda extra, o caminho que permite maiores lucros (e também maiores riscos) é produzir os seus próprios aplicativos.

a. Checklist para lançar um aplicativo de sucesso:

  1. Escolha um nicho específico para atuar (de preferência, a partir de algum assunto que você domine);
  2. Assine o Clube Léo Andrade e aprenda a criar um app do zero;
  3. Pesquise o mercado escolhido e identifique suas principais deficiências, suas maiores necessidades, ou quais dos seus processos poderiam ser otimizados;
  4. Use a criatividade para desenvolver soluções que façam seus futuros usuários economizarem tempo, dinheiro ou esforço;
  5. Produza um MVP (sigla em inglês para produto mínimo viável) - isto é, reúna em sua aplicação o mínimo de funcionalidades que ela precisa para resolver de fato algum problema do seu público;
  6. Coloque a mão na massa e produza o aplicativo (muito importante);
  7. Envie seu app para App Stores;
  8. Faça seu público conhecer o aplicativo, especialmente por meio de campanhas de marketing digital.

Depois que obtiver os seus primeiros usuários, não se esqueça de:

  1. Recolher feedbacks sobre o app;
  2. Atualizar e incrementar sua aplicação sempre que possível;
  3. Utilizar os depoimentos em campanhas publicitárias;
  4. Monetizar o aplicativo e transformar seu projeto em um negócio.

b. Como monetizar o seu aplicativo

Certamente, se você não chegou até aqui, não é para criar um app apenas por diversão. Junto com o desenvolvimento e a distribuição, a fase mais importante do projeto é a monetização do seu aplicativo.

E para isso, existem alguns caminhos diferentes:

  1. Venda seu aplicativo

O modo mais intuitivo de ganhar dinheiro com algum produto é vendendo, mesmo que seja um produto digital. É um raciocínio bem simples: você criou um app que resolve o problema das pessoas; nada mais justo do que elas pagarem por ele.

O problema é que você concorrerá com aplicativos parecidos com o seu que são oferecidos de graça. E, como você está começando, seus concorrentes serão aplicativos melhores e mais bem divulgados do que o seu.

Portanto, se você quer seguir por este caminho, é imprescindível que seu produto tenha um diferencial enorme como, por exemplo:

  • resolver um problema que ninguém resolve;
  • resolver um problema comum, mas de um jeito muito mais eficiente;
  • reunir, em uma única aplicação, funções desempenhadas por diversos softwares diferentes;
  • vender o app por um preço menor do que o da concorrência;
  • fazer uma campanha de marketing muito melhor do que a da concorrência.
  1. Ofereça um período de teste

A maneira mais eficaz de vender é entregando o produto de graça - pelo menos, quando se trata de um produto digital. Por mais contraditório que pareça, é o que a experiência tem provado ao longo dos anos.

Este é o caso, por exemplo, da Netflix. Você assina, assiste os filmes e séries que quiser durante um mês inteiro, e pronto - depois disso, não consegue mais viver sem aquela comodidade.

É muito mais simples despertar a necessidade do cliente por meio do próprio consumo.

Depois que o usuário se acostuma com a aplicação, a venda se torna muito mais fácil. Isso já foi comprovado cientificamente: as pessoas tendem a desejar mais aquilo que perdem do que aquilo que deixam de ganhar.

Por isso, diversos apps oferecem um período (geralmente 30 dias) para o usuário experimentar à vontade todas as funcionalidades do aplicativo.

  1. Ofereça uma versão premium

Outra opção de monetização é oferecer uma função gratuita no aplicativo (que de fato resolva algum problema pontual do usuário) e limitar o acesso aos demais recursos.

Mas atenção: seu app precisa realmente entregar algum valor ao usuário, mesmo no plano gratuito. Portanto, escolha em sua aplicação o recurso mais comercial - isto é, o mais popular, aquele que será mais procurado - e entregue ele de graça.

Afinal, é essa solução gratuita que atrairá o público para conhecer e consumir seu produto. A ideia é causar aquela sensação: “se esse app já me ajuda tanto na versão gratuita, imagine só com a versão paga”.

A essa impressão, agregue na versão premium a maior quantidade possível de recursos e o menor preço possível (de modo que seja sustentável), e fature na quantidade.

Conclusão

Como você viu, para lançar um aplicativo só é necessário ter algumas horas livres por dia e muita vontade de aprender.

E você, tá esperando o que para começar a ganhar muita grana com a construção de aplicações? Acesse o Clube Léo Andrade e comece a aprender hoje mesmo a criar seus próprios apps de maneira rápida e descomplicada, além de um espaço excelente para conseguir parcerias e fechar bons negócios!

Aproveite e deixe aqui nos comentários suas ideias para novas aplicações - vai que surge aquela parceria!

Imagem de capa - Diego PH - Via Unsplash

 

 


Quer escrever na Prensa?

Junte-se a uma comunidade de Creators que estão melhorando a internet com artigos inteligentes, relevantes e humanos. Além disso, seu artigo pode fazer parte do Projeto de Monetização, e você pode ganhar dinheiro com ele!

Clique aqui para se cadastrar e venha com a gente!



Quer escrever na Prensa?

Junte-se a uma comunidade de Creators que estão melhorando a internet com artigos inteligentes, relevantes e humanos. Além disso, seu artigo pode fazer parte do Projeto de Monetização, e você pode ganhar dinheiro com ele!

Clique aqui para se cadastrar e venha com a gente!


Topo