Open Banking: Pluggy lança plataforma gratuita

Open Banking: Pluggy lança plataforma gratuita

Conheça mais sobre uma das primeiras fintechs do Brasil totalmente dedicada ao Open Banking, e o lançamento de sua nova ferramenta gratuita.


 

Startup nacional com foco em Open Banking, a Pluggy está desde sua concepção engajada na democratização do acesso aos dados financeiros e na diminuição da assimetria informacional no país.

Ela permite que bancos, fintechs e empresas agreguem contas de diferentes instituições por meio de uma única API. Assim, possibilita que todos esses players criem soluções financeiras mais personalizadas e coerentes com as finanças de seus clientes.

O trabalho é realizado com um nível de eficiência acima da média dos concorrentes. Isso porque, além de contar com métodos avançados de segurança, a Pluggy consegue disponibilizar dados de maneira padronizada e categorizada, o que agiliza as operações e evita eventuais distorções na leitura das informações. A qualidade dos serviços prestados pela fintech fez com que ela somasse, somente em 2021, cerca de R$ 4 milhões em aportes feitos em programas de aceleração e rodadas de investimento. 

“Embora os brasileiros já aceitem diferentes termos e condições que envolvem o compartilhamento de suas informações bancárias, poucos têm ideia do real valor de todos estes dados. Com o devido consentimento, tais referências tornam-se o combustível ideal para a geração de serviços e condições financeiras infinitamente melhores do que as atuais.

Por isso, acreditamos que o trabalho que temos desenvolvido em prol da democratização dos dados financeiros no Brasil é de extrema importância para a evolução da nossa economia”, afirma Bruno Loiola, cofundador e Chief Growth Officer da Pluggy

Investimento de peso

Entre os investidores que já apostaram no potencial da Pluggy estão nomes do porte de Y Combinator e Plug and Play, duas das maiores aceleradoras do Vale do Silício. Urca Angels e Gávea Angels, ambas bastante renomadas no ecossistema brasileiro de startups, também investiram.

Em 2020, a Pluggy também contou com incentivos de Oxigênio Aceleradora (Porto Seguro), Liga Ventures Lift Lab (Banco Central).

“O Open Banking brasileiro é um dos movimentos mais expressivos da nova economia mundial. O interesse das grandes aceleradoras do Vale do Silício em startups como a Pluggy dá mais um sinal de que essa é uma direção promissora e que deve gerar impactos profundos para a sociedade brasileira. Quem quer entender como será o futuro do mercado financeiro deve acompanhar de perto o movimento dessa geração de fintechs”, explica Victor Braga, também cofundador da Pluggy.

Freemium: democratizar soluções no mercado nacional

Como parte de sua evolução como empresa, a Pluggy também tem investido no lançamento de novas features. Entre as principais está a versão Freemium de sua plataforma. Trata-se de uma interface gratuita, mas que oferece a possibilidade de que novas funcionalidades ou recursos adicionais sejam contratados.

Atrelada à estratégia da fintech de democratizar as suas soluções de acesso aos dados no mercado, a novidade oferece mais do que ó acesso gratuito à API Core e ao Sandbox da Pluggy. 

Diversos outros benefícios estão disponíveis sem custos aos usuários, como suporte técnico, atualização diária de token, um portal para desenvolvedores e consultorias de negócios voltadas para a discussão de aplicações.

Busca por inovação no exterior motiva criação da fintech no Brasil

Em 2012, Bruno Loiola abriu a primeira empresa voltada para a venda de produtos reembalados, usados ou com defeito do Brasil. Na época, tratava-se de um conceito inteiramente novo no país, o que fez da experiência algo de extrema importância para ele. Foi por meio dessa iniciativa que o executivo pôde perceber que a ideia não significava apenas uma oportunidade de negócio.

Tratava-se do insight necessário para ele perceber que sua maior paixão era lançar conceitos inovadores e, acima de tudo, inéditos dentro do território nacional.

Loiola decidiu vender a sua parte na empresa e foi para a Espanha com o objetivo de fazer um MBA. Foi nessa época que o interesse dele pelo Open Banking começou, conceito já amplamente conhecido na Europa. Pouco tempo depois, em 2020, Bruno Loiola e os amigos Rogério Correa e Victor Braga se juntaram aos argentinos Federico Mirás e Gabriel Pan Gantes para encarar o desafio de criar a Pluggy. A empreitada tornaria-se uma das primeiras fintechs inteiramente dedicadas ao Open Banking do Brasil. 

A ideia surgiu na Europa, quando os brasileiros que já trabalhavam com o compartilhamento de dados financeiros decidiram trazer para o seu país de origem a tecnologia de integração das APIs. Isso antes mesmo de o Banco Central anunciar a chegada do Open Banking no Brasil.

“Acredito que nossa aposta tem dado certo. Apesar do pouco tempo de vida, já firmamos contratos com clientes de peso como a fintech Kinvo, recém-adquirida pelo BTG Pactual”, finaliza Loiola.


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