She-Hulk ou a Fiona Crosfiteira

She-Hulk ou a Fiona Crosfiteira

Imagem: Divulgação

E She-Hulk, gente? Está parecendo a Princesa Fiona depois do Crossfit em resolução 4k de centavos.

No último dia 17 de maio, a Marvel Studios soltou o primeiro trailer da sua mais nova Série da Disney Plus e deixou a comunidade de fãs aquecida na internet. Isso porque o que mais chamou atenção não foi o conteúdo da série, mas sim a computação gráfica mal acabada, o famoso CGI. Só se fala disso na internet.

Mas é importante ter calma, pois, é muito comum ver os filmes da atualidade que utilizam muito o CGI, divulgarem os seus teasers spot com os efeitos inacabados.

A grande maioria deles terminam até mesmo um dia antes da estreia oficial. Então há muita coisa pra melhorar ainda e tornar essa bonecona verde um pouco mais ambientada visualmente.

Mas devo confessar que não esperava tanta computação gráfica assim para uma série. Imaginava algo como é a Gamora dos Guardiões da Galáxia, outra produção da Dona Marvel. Nesse caso seria uma duble marombeira de mais de dois metros. Talvez muito específico para achar kkk.

É uma jogada muito arriscada, pois os orçamentos para séries costumam ser inferiores. E muitas vezes nos cinemas os efeitos gráficos acabam não sendo tão satisfatórios em algumas grandes produções, imagina que terror não se não conseguirem ajeitar tudo aquilo a tempo?

Mas e sobre o que esperar da série em si? Para muita gente, inclusive eu, a She-Hulk vai ser uma grande novidade. Pois a grande maioria das pessoas que acompanham a Marvel em suas produções “live action” nunca sequer leram uma revista em quadrinhos da vida.

Então a nossa nova heroína brócolis é desconhecida para boa parte do público, embora exista inúmeros criadores de conteúdo que acabam resumindo a história dos personagens e facilitando a vida da gente para não ficar tão perdido assim na história.

Aparentemente, o que podemos esperar nessa série, a julgar pelo trailer, é muita comédia, mas também e um discurso sobre autoaceitação, afinal de contas, a personagem Jeniffer Waters, uma advogada que até então era uma pessoa normal, terá o curso de sua vida mudado por conta da mutação que acabará sofrendo por motivos que ainda vamos descobrir mais para frente.

(Não é de hoje que o empoderamento feminino vem ganhando destaque nos filmes da Marvel. Já temos o feminismo negro agora vem aí o feminismo verde…)

Voltando...

O que podemos ter certeza é que os seus poderes serão adquiridos através de algum experimento envolvendo os códigos genéticos do famoso Hulk, esse sim amplamente conhecido por todos e que estará presente na série, fazendo valer a fórmula Marvel de conexões entre o Universo de suas produções.

E falando em conexões, uma curiosidade para quem gosta desse balaio de gato que a Marvel faz juntando uma história com a outra, a linha temporal desse filme deve acontecer depois de Vingadores Ultimato e do filme de Shang Chi.

 Isso porque, em Vingadores o Bruce Banner ainda estava transformado no Professor Hulk, versão que aparece nas imagens da série She-Hulk, mas já em Shang Chi, nas cenas pós-créditos, o Bruce Banner já aparece em sua aparência humana.

Não só, também será explicado o porquê que o primeiro vilão oficial do Universo Cinematográfico da Marvel, o Abominável, do qual sua primeira aparição foi no Filme do Incrível Hulk, estava lá no filme do Shang Shi, fora da prisão, trocando tabefes no torneio clandestino de artes marciais contra outro herói, o Mago Supremo Wong, aquele mesmo do Doutor Estranho…

Bom é esperar para ver, mesmo que, (tomara que não), com uma overdose de cgi ruim estaremos todos lá em agosto.

Até breve, She-Hulka


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