O trem desgovernado - Por que é tão importante amar?

O trem desgovernado - Por que é tão importante amar?

Imagem: Pexels

Se perguntar o que é o amor pra mim, não sei responder, não sei explicar...

Essa música do Arlindo Cruz é um poema de tão linda.

Eu também não sei explicar, definir o que é amor é muito difícil.

Mas porque  é tão importante amar?

 A escritora e filósofa africana Sobonfu Somé diz que o amor é uma canção do espírito, não importa o que aconteça nunca paramos de escutar.

Ou seja, a nossa alma necessita de amar e ser amada.

É aquele endosso embasado a uma frase que eu sempre digo pras minhas amigas quando estão fulas ou magoadas e para mim mesma:

Vai passar!

A gente sempre desiste até que ele apareça de novo.

O tempo passa a mágoa também e voltamos a ouvir a canção.

Em volume alto que é quando nos apaixonamos de novo e de novo e de novo.

Um looping infinito de felicidade e tomação de... 🤡

Uma definição que eu gosto muito pois vai de encontro com o que eu sempre pensei é a de Aristóteles, ele define o amor como Philia, que nada mais é que alegria, o amor da alegria é aquele que quer que o momento seja eterno.

 Ai papai que coisa linda.

 Tem Platão também dizendo que o amor é uma busca infinita pelo desejo que quando suprido inicia-se a busca novamente, até concordo mas hoje eu tô romântica então vou pular ele…

 Quando eu tô com ranço eu fico com Shopenhauer, para ele o amor é dilacerante, instável, terrível mas fundamental.

E mentiu? Rs

A minha filósofa preferida sou eu mesma e eu amo a alegria do amor, é isso que faz ele ser tão importante.

 Agora eu convido vocês pra entrar nesse trem desgovernado que é minha vida amorosa e embarcar em 2 momentos de pura alegria do amor e que ficaram eternos.

Aristotelei todinha aqui.

Todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite e eu ganhei foi um bolo.

Mas o crush como bom jogador driblou daqui, de lá e fez gol. Veio me encontrar no outro dia e o que parecia tão comum virou O momento.

Ele estava de calça cáqui e um blusão branco meio aberto no peito que dava um ar de cafajeste, sabe? E como era recente a sensação de rejeição do dia anterior, ver ele descendo da van e vindo sorridente na minha direção, me deu uma sensação de alegria tão grande que culminou num beijo digno de novela.

Aqueles olhinhos de: me desculpa meu bombom naquele 1.90 de altura.

Ali eu falei: ai papai apaixonei. Rs

Esse trem que descarrilou a tempos mas foi tão AMOR o que eu senti que ficou eternizado como uma das minhas mais fofas memórias afetivas.

 Se você tem diabetes para de ler que esse texto tá docinho.

 Outra foi um crush lindo enorme descendo as escadas da estação com um buquet lindo de flores na mão. Cada degrau que ele descia a manteiga derretia.

A manteiga no caso sou eu mesma, não é um trocadilho sexual, talvez seja também.. rs

Mas foi outro momento que eu fiquei sentindo passistinhas no meu estômago.

Várias mini Mayaras Lima sambando no meu estômago. Kk borboleta tá fora de moda.

 Existem várias alegrias, o emprego novo, estar com a família, ver seu filho dançar a mesma dança tiktoker pela milésima vez e ainda ser legal.

E tem a alegria do amor, responsável por fazer a gente voltar a ouvir a canção.

Não importa o tamanho do descarrilamento, sempre voltamos pro trilho.

 Leitores, será que eu estou apaixonada pela quinta vez só esse ano? Fica aí o questionamento. ❤️


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